lunes, 1 de diciembre de 2025

Movimento Brasil Futuro: União contra a Hipocrisia – Um Chamado à Reflexão Nacional

 

Por Mauro Rogerio - Cel Av R1 FAB || Presidente MBF || Moves Strategy || 61 99840 1122

 

Hoje, vejo nossas instituições em frangalhos, e meu peito arde com o dever de alertar: não podemos ficar inertes diante das injustiças e hipocrisias que corroem o Brasil. Nosso estatuto nos guia para uma direita unida e ética, aberta a todos que buscam transparência, soberania e valores eternos. Vamos nos guiar pela verdade, não por narrativas polarizadas. Usemos a Teoria dos Jogos para analisar: Massa – o volume de vozes patrióticas; Energia – a paixão que move corações; e Coordenação – a estratégia que une forças. Aqui vai uma reflexão profunda, para tocar sua alma e impulsionar ação.

 

I. A Divergência que Revela a Verdade

 

No julgamento da trama do "suposto golpe que não ocorreu", o ministro Luiz Fux abriu uma divergência crucial, votando pela absolvição de réus no núcleo de desinformação, questionando a desproporcionalidade das penas e o rigor processual. Essa voz isolada no STF ecoa o que sentimos: decisões que parecem mais vingança que justiça, ignorando carreiras ilibadas de militares e criando precedentes perigosos. Quando o voto de Fux é desrespeitado pelos próprios pares, fica claro que o princípio democrático supostamente defendido é ultrajado mais uma vez. Um julgamento dessa magnitude, se pelo STF, não poderia ser confinado ao beco de uma turma – no mínimo, o plenário, para garantir transparência e equilíbrio. Como defender instituições que se dobram à hipocrisia, rasgando a Constituição a olhos vistos?

 

II. Erros do Passado que Alimentam o Presente

 

A liderança de Bolsonaro foi dúbia e omissa quanto à desmobilização nos quartéis, o que poderia ter permitido uma organização mais efetiva da oposição na janela de 2023 a 2026. E estamos pagando muito caro por essa omissão. Contudo, ao tempo em que se faz necessário reconhecer os equívocos do passado, isso não dá ao STF um salvo-conduto para violar princípios basilares da Carta Magna. Energia desperdiçada em brigas internas só fortalece o adversário – uma lição amarga da Teoria dos Jogos.

 

III. O Governo e o STF: Uma Aliança de Conveniência?

 

Vejam a desproporcionalidade flagrante: penas de 27 anos para conspiração, comparáveis a crimes hediondos como assassinatos ou tráfico, enquanto escândalos como Mensalão e Lava Jato viram páginas viradas com indulgências seletivas. O STF, com decisões unânimes que ignoram equilíbrio, parece mais ferramenta política que guardião da Constituição – um tribunal ad hoc e de exceção, que rasga a Carta Magna diante de todos. Criticar isso é defender a imparcialidade que Fux invocou em sua divergência. Onde estaria a justiça quando instituições se fragilizam por agendas partidárias, priorizando narrativas sobre o bem comum? Não seria o caso de questionar se o real golpe de Estado não teria sido dado em nome da defesa de um suposto estado democrático de direito, que de fato poderia não existir? E sequer o princípio republicano, dada a cultura de barganhas fisiológicas e patrimonialistas que implodem sob um orçamento impositivo? Se o STF transformasse o palco em arena de exceções, não caberia convocar uma nova constituinte para restaurar a soberania do povo e o equilíbrio dos poderes? Paradoxalmente, aceitar ser julgado pela Segunda Turma, quando todo o circo já estaria montado, não teria sido um erro na medida em que se legitimaria a guilhotina do algoz? Essas reflexões, irrefutáveis e fundamentadas, convidam os próprios ministros a ponderar, pois comandam também o TSE e detêm o poder de vetar iniciativas cívicas – mas críticas contundentes, quando inteligentes, fomentam o debate essencial para a democracia.

 

IV. Fragmentação da Direita: O Dilema do Prisioneiro

 

Eduardo Bolsonaro ataca Tarcísio de Freitas, chamando-o de "candidato do sistema" e criando divisões que pavimentam a reeleição de Lula em 2026. Na Teoria dos Jogos, isso é o dilema do prisioneiro: cada um busca ganho individual, mas todos perdem coletivamente. Nossa Massa é imensa, mas sem Coordenação, a Energia se dissipa em likes vazios e retórica estéril. Políticos prometem anistia por curtidas, sabendo que é mera ilusão – zero chance real no Congresso, onde cada qual está preocupado apenas em salvar seu mandato em 2026, sem coordenação real. E isso enfraquece porque mantém o povo iludido sob o pretexto de uma anistia que sequer seria pautada por um líder da Câmara como Hugo Motta, que rompeu com líderes do PT e do PL após atritos sobre projetos de lei, reorganizando um bloco parlamentar de 275 deputados com siglas como União Brasil, PP, PSD, Republicanos, MDB, PSDB/Cidadania e Podemos – um movimento que isola extremos, mas covardemente não cumpre promessas anteriores, com escândalos familiares que facilmente poderiam servir de coação e chantagem de outro poder ao abrir gavetas mal guardadas. Um presidente da Câmara fraco que pode ser coagido é garantia de não haver independência entre os Poderes.

 

V. O Bloco de Mota: Isolamento ou Oportunidade?

 

Hugo Motta forma um bloco de 275 deputados, isolando PT e PL, com siglas como União Brasil, PP, PSD, Republicanos e MDB. Isso expõe o Centrão se reorganizando, mas também a anistia como mera ilusão – sem efeito real, só retórica para engajar bases. Aqui, a Coordenação vence: enquanto uns se dividem, outros unem forças para ditar o jogo. Precisamos aprender – Massa sem estratégia é só barulho, Energia sem foco é fútil. Considerando os protagonistas como participantes egoístas e não cooperativos – Eduardo Bolsonaro priorizando ataques pessoais; Tarcísio de Freitas focando em sua imagem moderada; o PL de Valdemar da Costa Neto buscando maximizar cadeiras para fundo partidário e tempo de TV; e os partidos do Centrão (PP, Republicanos, MDB, PSD, União Brasil) negociando alianças oportunistas –, vemos um Equilíbrio de Nash onde cada um escolhe o melhor para si, levando a um resultado subótimo para a direita como um todo. Em um jogo de soma zero, o ganho de um partido em deputados federais significa perda para outros, incentivando a não cooperação e fragmentando esforços coletivos.

 

VI. Ameaças no Senado: Alcolumbre versus Messias

 

Alcolumbre ameaça barrar Jorge Messias no STF, cogitando votação relâmpago com 60 votos contra, em retaliação ao governo Lula. Isso expõe a sinuca de bico: poderes em guerra aberta, com o Legislativo desafiando o Executivo, e possíveis interferências que fragilizam o equilíbrio institucional. Se a política falisse nesse atrito constante, o STF legislaria no vácuo? E quem garantiria os poderes constituídos, conforme o Artigo 142? Não defendo intervenção militar – cogitá-la sempre foi uma excrescência. Eu sempre defendi o engajamento cívico, de homens e mulheres que amam o Brasil e se organizam como Sociedade Civil Organizada para o enfrentamento político sadio e necessário. Fui punido pela FAB por opiniões nesse sentido, mas o tempo mostrou que estava certo. Se um dia algo assim ocorresse, teria sido porque a sociedade civil falhou em todas as instâncias – e isso não podemos permitir. O elo fraco sistêmico reside nessas tensões: ressaltar as negociações de cargos, as ameaças de rejeição e as alianças oportunistas entre oposição e Alcolumbre pode intensificar o conflito, expondo a fragilidade da harmonia entre poderes.

 

VII. Injustiças que Clamam por Solidariedade

 

Prisões que ignoram histórico de serviço imaculado, como as de generais com décadas de dedicação à pátria, ferem o coração de quem jurou à bandeira. Como oficial da reserva, expresso solidariedade aos militares afetados, reconhecendo seu espírito de corpo e contribuições inestimáveis à nação, sem anuir a qualquer ideal golpista ou suposta intervenção militar, que sempre combati veementemente. Não é sobre lados: é sobre hipocrisia pura, onde crimes contra a democracia seriam punidos com rigor seletivo, enquanto corrupção sistêmica prosseguiria impune. Sinto isso na alma – como oficial, vi o Brasil sangrar por divisões evitáveis. Hora de unir Energia para combater isso com ações legais, cívicas e coordenadas, despertando a sociedade para questionar tais desequilíbrios e fomentar uma reflexão coletiva sobre justiça verdadeira.

 

VIII. A Luz no Fim do Túnel: União e Ação

 

A fragmentação pavimenta vitórias alheias, mas o MBF é a luz verdadeira: coordene sua Massa, canalize Energia em workshops temáticos e grupos de ação. Apoiaremos candidatos em 2026 de forma pluripartidária, transformando frustração em movimento patriótico. Imagine um Brasil onde meritocracia com equidade vence o assistencialismo vazio, soberania rejeita submissão externa, e justiça é cega, não seletiva. Toque seu coração: não inflamemos guerras – coordenemos para reconstruir com honra. Evite o dilema do prisioneiro: una-se ao MBF, engaje nas Linhas de Ação Política, Mobilização e Jurídica. Com a Teoria dos Jogos, vemos claro: Massa + Energia + Coordenação = vitória inevitável. Não reclame – organize. Eu estou na linha de frente, pronto para o dever. Pelo Brasil que merecemos, lutemos com honra inabalável. Acredite: depende de nós!

 

Por Mauro Rogerio - Cel Av R1 FAB || Presidente MBF || Moves Strategy || 61 99840 1122

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